BIKE 2025
Venho falar-vos da bicicleta. Para mim assegura uma mobilidade sustentável, mas também experimento os benefícios que a sua utilização tem na saúde sem me esquecer dos riscos particularmente em ambientes “hostis”.
A bicicleta pode ser uma ferramenta para a promoção de um turismo responsável e de baixo impacto (há uns anos subi o alto da Foia no Algarve com um belga que veio nesse fim de semana a Portugal com a sua bike para passear de Faro a Lisboa e ir trabalhar na 2ªf e eu só o acompanhei na subida porque era um bocado mais leve do que ele). O cicloturismo oferece uma experiência única de contacto com a natureza, permitindo a exploração de novos territórios e a valorização das paisagens e culturas locais, sempre com respeito pelo meio ambiente.
A bicicleta é, sem dúvida, uma escolha inteligente para o futuro, seja para a prática desportiva, lazer ou mobilidade urbana.
Foi por uma prolongada greve da CP que comecei a deslocar-me para o trabalho de bike e à medida que a condição física foi melhorando fui-me aventurando noutros percursos. Pedalar em família foi sempre bastante apreciado. Quando o meu filho passou pela adolescência levou-me para o todo-o-terreno, mas as descidas tinham sempre adrenalina a mais para mim. Agora com apoio elétrico percursos que para mim foram desafiantes estão agora ao alcance de muito mais utilizadores. Deixo como sugestões as várias rotas dos Caminhos de Santiago, a Ruta de La Plata desde Sevilha, a N2, a N222 e a subida à Torre, que é a minha “prova de esforço anual” (por sugestão de um doente meu que também a fez anualmente pelo menos até aos 73 anos). Recomendo a subida a partir de Manteigas pelo vale glaciárico com paragem no Covão da Metade, onde nasce o Zêzere, um local que todos deviam desfrutar.

Covão da Metade